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Meio Ambiente

Uma possível solução para a embrulhada do Garça Vermelha?

Um novo conceito de construção vertical vem invadindo o mercado de arquitetura de alto nível – as florestas verticais – edifícios projetados para serem 100% sustentáveis e que abrigam em sua arquitetura uma espécie de reflorestamento, onde árvores e vegetação são incorporadas à construção.

O surpreendente, o EDITT Tower, em Singapura, por exemplo, é referência em design ecológico. Financiado pela Universidade Nacional de Singapura, metade da sua superfície é coberta por vegetação, o que melhora a biodiversidade do local e contribui para a reabilitação do ecossistema da cidade, já que sua disposição gera um sistema de ventilação natural e de biogás, que combinados com os painéis fotovoltaicos diminui a necessidade do uso de equipamentos elétricos, por exemplo).

A eficiência está também no uso sustentável da água. Localizado em uma cidade famosa pelos aguaceiros, o empreendimento conta com um sistema de captação de água da chuva que alimenta 55% da sua necessidade.

Outro exemplo, o Bosco Verticali, em Milão, Itália, é formado por torres que medem 367m de altura, que juntas somam a capacidade de receber 480 árvores de grande e médio porte, 250 árvores de pequeno porte, 11.000 de solo-cobertura e 5.000 arbustos. O que equivale a 2,5 hectares de floresta!

As Torres também abrigarão apartamentos que não terão a necessidade de uso de climatizadores artificiais e produzirão, com suas águas cinzas, a maior parte da irrigação das plantas. Além disso os sistemas de energia eólica e fotovoltaica irão contribuir, juntamente com o microclima referido para aumentar o grau de auto-suficiência energética das duas torres.

 

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