Skip to content
Mais Peruibe

Mais Peruibe

Notícias e informações sobre a cidade de Peruíbe, São Paulo.

  • Cidade de Peruíbe
  • Notícias
  • Turismo
    • Locais Turísticos
    • Hospedagem em Peruíbe
    • Imagens Históricas
  • Fale Conosco

Últimas

Da revolta europeia à disputa pelo Brasil: democracia e soberania em um mundo multipolar

Usina Henry Borden completa 100 anos como estrutura essencial para setor elétrico

Hospital Municipal de Peruíbe atinge 1.000 ultrassonografias em mutirão de atendimento

Sabesp está com 260 vagas abertas para Programa Aprendiz na Baixada Santista até 9/9 e amplia oportunidades para jovens de comunidades

HOSPITAL DE PERUÍBE: O FIM DE UMA ESPERA DE 38 ANOS E O INÍCIO DE UM NOVO CAPÍTULO PARA A CIDADE

Aldeia Tapirema realiza Jogos Indígenas de Peruíbe nos dias 5, 6 e 7 de junho de 2026

Tem culpa, eu?

Peruíbe inaugura Casa das Culturas e consolida quarteirão dedicado às artes

Frente fria intensa deve mudar o tempo em Peruíbe e em toda a Baixada Santista a partir de domingo

Presidente Lula assina MP do Novo Desenrola com foco na recuperação financeira de famílias, estudantes e pequenos empreendedores

 
  • Home
  • 2020
  • dezembro
  • Nhun´du que virou Jundú
  • Blog
  • Cultura
  • natureza
  • Turismo

Nhun´du que virou Jundú

On 6 anos Ago
sidney

Nossos antepassados indígenas chamam a restinga de jun’du ou nhun’du, nomes que foram apropriados para classificar a vegetação existente neste ecossistema tão complexo, que significa “vegetação rasteira próximo a praia”.

RESTINGA (para a Geografia)  é um espaço geográfico formado sempre por depósitos  arenosos paralelos à linha da costa, de forma geralmente alongada, produzido por processos de sedimentação, onde se encontram diferentes comunidades que recebem influência marinha, podendo ter cobertura vegetal em mosaico.

RESTINGA (para a Biologia) vegetação presente no litoral brasileiro, sendo uma faixa de vegetação situada na transição entre a faixa de praia e a mata atlântica, sendo esta última considerada como vegetação de porte maior, que se situa mais para o interior do continente.

No entanto, este ambiente constitui uma importância que vai muito além dos conceitos descritos pelas áreas que o estuda. Trata-se de um ambiente com características singulares, que abriga uma imensa gama de espécies singulares, adaptadas para sobreviver a condições muitas vezes extremas de salinidade, temperaturas, umidade e fortes ventos.

A restinga ou jun’du é a interface entre o mar e a praia e a vegetação continental, em grande parte do Brasil, denominada Mata Atlântica. Podemos dizer que é a barreira que protege nossos solos e vegetação das furiosas “ressacas” marítimas. É a restinga que detém a expansão das dunas. É ela que cuida da manutenção dos bancos de areia das costas brasileira, o que proporciona as lindas ondas de Saquarema e Joaquina. 

Nossas nhun’du cuidam de diversas espécies de aves, mamíferos e répteis, que se aproveitam da proteção adaptada desse ambiente para usufruir de alimentação, procriação e abrigo.

De tudo isso, o prazer maior, nesse início de verão, é ver o jundu florindo. O contraste do verde das folhas com o lilás das flores do “cipó tainha” é coisa de beleza sem igual. Como é bonito o jundu florido e quanto é importante a sua preservação!

Não sei no nome da tralha de cipó que agora solta flores lilás e outras roxinhas, nem mesmo papai lembra do nome, mas lembramos que o tal cipó servia pra fazer fieira de tainha e de outros peixes, que em tempos remotos eram pescados nas redes de arrastões, nas praias. Colocamos o nome de “cipó tainha”, pronto!
Julinho Mendes em O Guaruçá

As restingas exercem uma série de bens e serviços socioambientais, dentre eles a fixação de dunas litorâneas. As dunas e restingas, formam não só um ecossistema rico em espécies de fauna e flora endêmicas, mas também protegem o litoral de eventos erosivos das ondas e marés. Não só atuando como uma barreira física, mas também fornecendo e fixando de sedimentos que são auxiliam na recuperação das praias e na formação das ondas e dos bancos de areia. 

A Via: Fotos


O jundu é um ecossistema muito frágil. As características do solo, seu teor de umidade e sua fertilidade podem ser considerados importantes fatores abióticos associados à estabilidade e ao potencial de recuperação das restingas. Estudos sobre o sistema solo planta são escassos e são necessários para gerar propostas para recuperação dos processos biológicos deste ecossistema.

In Blog Cultura natureza TurismoIn destaques

Navegação de Post

Atenção: Estado de São Paulo volta para a fase vermelha durante as festas de fim de ano
Prefeito de Peruíbe define novos secretários

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Talvez você goste

  • Turismo
sidney
On 7 anos Ago

Cicloturismo é opção em Perube

  • Atrações
  • Eventos
  • Notícias
  • Turismo
sidney
On 2 anos Ago

Inverno em Peruíbe inicia repleto de Festas e Gastronomia

  • Turismo
sidney
On 8 anos Ago

Natal na Praia 2018

  • Turismo
On 10 anos Ago

Associação de jornalistas especializados em turismo confere título à Secretaria de Peruíbe

  • Atrações
  • Cultura
  • Notícias
sidney
On 7 anos Ago

Peruíbe recebe sessões de cinema gratuitas a partir desta terça-feira

  • Eventos
  • Notícias
  • Turismo
sidney
On 7 anos Ago

Natal na Praia é a Atração do mês em Peruíbe

  • Notícias
  • Turismo
sidney
On 11 anos Ago

Bloco das Crianças é atração no Carnaval de Peruíbe

  • Eventos
  • Notícias
  • Turismo
sidney
On 8 anos Ago

11º Festival Gastronômico de Peruíbe – O maior evento de gastronomia do litoral de São Paulo

  • Cidade de Peruíbe
  • Notícias
  • Turismo
  • Fale Conosco
Copyright 2023 |

Adicione APP maisperuibe

+ app