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Chapéu-de-sol: Sombra, alimento e remédio.

Seu nome botânico é Terminalia catappa, porém, não faltam apelidos: sombreiro, noz da praia, amêndoa, guarda-sol, amendoeira, amendoeira brava, amendocira, castanhola, anoz, terminália, cuca e amendoeira tropical.

Seu nome botânico é Terminalia catappa, porém, não faltam apelidos: sombreiro, noz da praia, amêndoa, guarda-sol, amendoeira, amendoeira brava, amendocira, castanhola, anoz, terminália, cuca e amendoeira tropical.

E mais: árvore-de-anoz, castanholeira, guarda-chuva, amendoeira-da-índia, amendoeira do Pará, coração de figueira da índia (em Angola) e caroceiro (em São Tomé e Príncipe).

Da família Combretaceae, possui fruto comestível, de gosto ligeiramente amargo. Sua madeira avermelhada – varia do castanho claro ao amarelo, geralmente – é sólida e muito resistente à água. Tanto que é usada para fazer canoas na Polinésia. Durável e bonita, serve muitas vezes de matéria-prima na confecção de utensílios diversos, móveis, caixotes e moirões.

No Brasil, o Chapéu-de-sol é encontrado facilmente em estados como Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, sendo conhecido ainda pelo nome de tinguaba. É muito comum em regiões praianas, pois gosta de calor.

Em Santos, São Paulo, seu fruto é conhecido como cuca. No Espírito Santo, é chamado de castanha. Por isso, a árvore é famosa como castanheira. Além disso, recebe nomes como sete copas. Aliás, a copa é bastante larga, fornecendo boa sombra.

Achada frequentemente em praças e parques, essa árvore ornamental tem destaque por sua grandiosidade e beleza. O tronco dela tem diâmetro aproximado de 50 cm, perfurado por sulcos, descascando constantemente.

Seus ramos mais jovens apresentam tons ferrugíneos. Já as folhas do pau-pereira são simples, mas abundantes, e fazem um contraste agradável com flores roxas que surgem nos meses de maio e junho.

É uma espécie de dimensões generosas, que pode alcançar 35 metros de altura. Típica de regiões tropicais, possivelmente é originária da Índia e Nova Guiné.

Remédio

Uma sugestão de chá de Chapéu-de-sol disponível na internet diz que o preparo consiste em usar 2 colheres (sopa) da erva em 1 litro de água, levando a mistura ao fogo e, ao alcançar fervura, contar 5 minutos de cozimento.

Em seguida, é preciso desligar o fogo e aguardar mais 10 minutos, com os ingredientes tampados para que os princípios ativos sejam disponibilizados. Para finalizar, o chá deve ser coado.

Em Taiwan, por exemplo, as folhas são utilizadas para tratar doenças do fígado; no Suriname, o chá obtido delas é prescrito para diarreia. Acredita-se também que elas possuem antioxidantes e agentes capazes de ajudar na prevenção do câncer.

As folhas, que são fontes de taninos, flavonoides, fitosterois, entre outros princípios ativos, são aproveitadas em produtos fitoterápicos e no tratamento da água destinada à criação de peixes. Seus frutos são amêndoas comestíveis das quais é extraído um óleo fino, usado no preparo de pratos especiais e na produção de remédios caseiros.

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