Na última semana Peruíbe sofreu com uma conjunção histórica de fatores climáticos que culminaram em um estado de emergência decretado pela Prefeitura local, e um ainda não contabilizado prejuízo.
Os fenômenos climáticos extremos dos últimos dias são decorrentes da condição climática de longa duração e global chamada “El Niño”. Essa condição é uma alteração natural e cíclica nas porções central e leste do Oceano Pacífico, e consiste num das águas, de pelo menos 1 grau Celsius, tomando como referência a média térmica desse oceano, que é de 23°C. Seu nome remete ao menino Jesus, pois sua descoberta está associada às observações de pescadores e marinheiros peruanos, que notaram o aquecimento das águas do mar e a consequente redução da quantidade de peixes na época do Natal.
Os prognósticos até meados de 2018 eram de que o El Niño que iniciava teria fraca intensidade. Em fevereiro de 2019 um relatório do Serviço de Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) alterou essa expectativa ao constatar que o El Niño já seria do tipo “canônico”, mais forte e que acontece em intervalos de 15 anos em média.
O El Niño tem um efeito devastador na região sul e sudeste. Com chuvas e marés elevadíssimas.
Acompanhem as imagens do sul do Brasil nas últimas 48 horas.
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